Outro dia achei um texto na internet. Aí está.
Tem muito filho da puta, e muita filha da puta, que se acha o dono da verdade. Que acha que tem experiência pra julgar, pra dizer o que é o certo e o errado. Que sai por aí destilando a sua 'sabedoria' de graça pra os outros. Em ditados muito bonitos, que parecem enigmas cuidadosamente elaborados. E assim elas parecem pessoas cultas, inteligentes, vividas. Parecem pessoas politicamente corretas, exemplos a serem seguidos. Quem se esconde atrás de ditados duvidosos, MUITAS VEZES não passa de uma pessoa que quer atenção, que quer satisfazer o próprio ego, falando coisas de uma maneira que só ela vai entender, e que os outros vão entender de maneira deturpada. Ou que fazem questão de dizer que já sofreram com tal experiência, e que querem dividir isso com todo o mundo, vai saber lá porque isso. Os outros podem achar legal só pra parecerem legais, e também partilharem dessa mesma imagem "perfeita", a imagem que a sociedade quer que você tenha. Ou pessoas inseguras, que não tem coragem de chegar e falar na cara, de maneira verdadeira, o que acham. Medo de falar a sua tão fodástica opinião.
O velho "Eu sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você entende."
Será que ela não percebe, que está sendo tão INÚTIL que não quer se responsabilizar nem pelo que fala? Você tem dois ouvidos para você escutar duas vezes mais do que fala, e para ter condição de absorver mais conhecimento do que transmite. E existem muitos surdos que estão dando um banho de humanidade nessas pessoas.
P.S.: Façam o favor de entender a metáfora sobre os surdos. E podem me falar que sou burro, que escrevi isso porque não entendo esses ditados. Eu entendo, e não dou a mínima, só acho que precisamos deixar a cara de pau de lado, e virar gente de verdade. Gente feita de carne, de sentimentos. Que não tem medo de viver, e de errar. Deixar de lado essa idéia de que a vida é um mundo colorido com lápis de cor.
A vida é foda, cara.
Lembram que eu falei que achei o texto na net? É mentira.
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