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domingo, 24 de abril de 2011

não desistir.. nunca!

A Força Que Nunca Seca

Vanessa da Mata

Composição : Chico César/ Vanessa da Mata
Já se pode ver ao longe
A senhora com a lata na cabeça
Equilibrando a lata vesga
Mais do que o corpo dita
O que faz e equilíbrio cego
A lata não mostra
O corpo que entorta
Pra lata ficar reta
Pra cada braço uma força
De força não geme uma nota
A lata só cerca, não leva
A água na estrada morta
E a força nunca seca
Pra água que é tão pouca

http://www.youtube.com/watch?v=wGoko13Cnhg&feature=player_embedded

segunda-feira, 18 de abril de 2011

desculpem os politicamente corretos, mas eu provoco! ;DD

Blank File (Arquivo em branco)

"It is your new best friend, new eye in your private den
And you can find the world inside it every day
They know what you did today, hear everything you say
And when they send you mail,
they know where you will go sometime next day
(É o seu melhor amigo, um novo olho na sua masmorra privada
E você pode encontrar o mundo lá, todos os dias
Eles sabem o que você fez hoje, te ouvem todos os dias
E eles te mandam emails,
eles sabem seu destino de amanhã)

They know your life, they have a file about you
They built your life, so they...
(Eles conhecem sua vida, eles tem um arquivo sobre você
Eles constroem sua vida então eles..)

Know what you like and know what you yearn,
but they don't know a thing about me
I'm not that easy, blank file in their memory
(Sabem seus gostos e sabem o que você sabe,
mas não sabem nada de mim
Não sou tão bobo, sou um arquivo branco na memória deles)

Caught in the web again, inside your private den
Where you can go to moon
or meet some people you will never see
You are a file in there, money in an open fair
You're a slave among the slaves, waiting for the future with a fear
(Pego na rede outra vez, dentro da sua masmorra privada
Onde você pode ir à lua
ou encontrar pessoas que você nunca vai ver
Você é um arquivo ali, dinheiro em uma justa aposta
Você é escravo dentre os escravos, esperando com medo pelo futuro)

They know your life, they have a file about you
They built your life, so they...
(Eles conhecem sua vida, eles tem um arquivo sobre você
Eles constroem sua vida então eles..)

Know what you like and know what you yearn,
but they don't know a thing about me
I'm not that easy, blank file in their memory

(Sabem seus gostos e sabem o que você sabe,
mas não sabem nada de mim
Não sou tão bobo, sou um arquivo branco na memória deles)

Still they try to take over, control my life,
but no one can do it but me
I'm not that easy, blank file in their memory
(Eles tentam de tudo, controlar minha vida
mas nenhum pode, execeto eu mesmo
Eu não sou tão bobo, sou um arquivo em branco na memória deles)

Know what you like and know what you yearn,
but they don't know a thing about me
I'm not that easy, blank file in their memory
(Sabem seus gostos e sabem o que você sabe,
mas não sabem nada de mim
Não sou tão bobo, sou um arquivo branco na memória deles)

I am waiting, hoping and praying
to see - how this - will end - when they go down

(Estou aguardando, esperando e rezando
pra ver - como isso - vai terminar - quando tudo acabar)

How can it be, that you cannot see
what they are doing with thee
You are a life, new file in their memory, now they
(Como pode ser, você não ver
o que eles fazem com você
Você é uma vida, um novo arquivo na memória deles, então eles..)

Know what you like and know what you yearn,
but they don't know a thing about me
I'm not that easy, blank file in their memory
(Sabem seus gostos e sabem o que você sabe,
mas não sabem nada de mim
Não sou tão bobo, sou um arquivo branco na memória deles)

How can it be, that you cannot see
what they are doing with thee
spending your time, living your life
inside their machines there is one empty file, it is me..."

(Como pode ser, você não ver
o que eles fazem com você
Perdendo seu tempo, vivendo uma vida
dentro dessas maquinas, há um arquivo em branco, sou eu)

http://www.youtube.com/watch?v=f8S3DPc8x3U

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Músicas para ouvir.

Vanessa da Mata

Composição : Vanessa da Mata
Achei você no meu jardim
Entristecido
Coração partido
Bichinho arredio
Peguei você pra mim
Como a um bandido
Cheio de vícios
E fiz assim, fiz assim
Reguei com tanta paciência
Podei as dores, as mágoas, doenças
Que nem as folhas secas vão embora
Eu trabalhei
Fiz tudo, todo meu destino
Eu dividi, ensinei de pouquinho
Gostar de si, ter esperança e persistência
Sempre
A minha herança pra você
É uma flor com um sino, uma canção
Um sonho, nem uma arma ou uma pedra
Eu deixarei
A minha herança pra você
É o amor capaz de fazê-lo tranqüilo
Pleno, reconhecendo o mundo
O que há em si
E hoje nos lembramos
Sem nenhuma tristeza
Dos foras que a vida nos deu
Ela com certeza estava juntando
Você e eu
(2x)
Achei você no meu jardim

terça-feira, 5 de abril de 2011

um pouco de álcool destilado, e você espaira as idéias...

“[...] experiência que o indivíduo possui de si mesmo, ou concepção que faz de sua personalidade; em psicanálise, apenas a parte da pessoa em contato direto com a realidade, e cujas funções são a comprovação e a aceitação dessa realidade. [...]

 o ego é isso. o ego.

O Ego é simples.

Intangível.

Inexprimível.

Irrepresentável.

Irreal.

Impuro.

Intransigente.

Infeliz.

Intrínseco.

In natura.

Incompleto. De interpretações, de vistas assimétricas e não paralelas.

Insensato.

enfim...

O ego ‘eu’ manifesto nessas linhas. É preencher o espaço de ‘eu’, totalmente ‘eu’, na ‘minha’ total e completa expressão. Sem preconceitos. Sem receios. Sem medos. Sem nada. Assim. Totalmente        a-nexo.

E todos temos um ego. Será que o ‘seu’ ego toma conta de você? Será que ‘ele’ te deixa no controle? Será que você simplesmente não toma consentimento d’ele’? Ou a sua consciência o suprime? A sua responsabilidade, seu conceito de vida, do que é viver, não deixa ‘ele’ aparecer? O seu caráter talvez? Ele não faz parte do ‘seu’ ego?

Mas há uma verdade, intrínseca e existente em todos os seres humanos, independente de qualquer coisa.

...o ego(?) ...onde você esconde o seu, em toda a sua plenitude?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Músicas pra se ouvir..

Gostar de ver você sorrir
Gastar das horas pra te ver dormir
Enquanto o mundo roda em vão
Eu tomo o tempo
O velho gasta solidão
Em meio aos pombos na Praça da Sé
O pôr do Sol invade o chão do apartamento
Vermelhos são seus beijos
Que meigos são seus olhos
Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego
Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigo são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego
Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face

http://www.youtube.com/watch?v=kwfT1ycZIoo

;D

domingo, 3 de abril de 2011

a Rosana Braga falou tudo. ^^ Meus parabéns pra ela!!

"Como saber? O que considerar? Questões ponderáveis ou imponderáveis? Razão, emoção ou intuição? Já pensou se existisse uma espécie de equipamento de raios-x ao qual pudéssemos submeter a pessoa por quem estamos interessados para avaliar as chances de a relação dar certo, ou ao menos um percentual de compatibilidade de gêneros. Algo como um sistema validado pela ciência ou qualquer órgão que julgássemos confiável?

Sim, parece mesmo que seria ótimo. Assim, pouparíamos não só boas doses de dúvidas, medos e angústias, mas também aquela irritante sensação de que perdemos um tempo precioso de nossas vidas investindo na pessoa errada. Além disso, um diagnóstico que nos mostrasse se, estatisticamente, essa pessoa vale e merece nossos melhores sentimentos, serviria também para evitar riscos terríveis, tais como sermos enganados, gostar de quem, que em algum momento, poderia deixar de gostar da gente. Enfim, muitos dissabores e decepções.

Porém, essa não é a dinâmica da vida e nem doa mor. Pessoas e sentimentos não são precisos ou mensuráveis. Relações não são definitivas. Tudo o que vivemos, ou melhor, tudo o que é vivo, é flexível e passível de transformações, num constante e infindável movimento de construção, desconstrução e reconstrução. E, por isso mesmo, nesse contexto, medidas e valores são absolutamente questionáveis. Ou seja, o que é perder tempo com a pessoa errada?

Tempo? Que tempo? Em qual tempo nos baseamos para avaliar a sensação de perda: antes, durante ou depois? Perder o que? O que seria possível perder de verdade quando falamos de relacionamentos? Pessoa errada? O que é pessoa errada? Pra quem? A partir de que momento? Se fosse sempre errada, não teríamos começado um relacionamento com ela, disso tenho certeza! Em alguma medida, em algum tempo, algo se ganhou e ela foi, portanto, a pessoa certa!

O problema é que perguntamos demais. Pensamos demais. Julgamos demais. E, nesta mesma medida, vivemos de menos, fazemos de menos, sentimos de menos. Abrimos mão do essencial e, com medo de sofrer, sofremos por conta do que pode haver de mais terrível: o desperdício de tentar. Sim, porque no final das contas, é a única possibilidade que temos – tentar! Ir lá e fazer o que for possível, até quando for possível...

Não dá mais? Acabou? Deu? Ok... Esteja certo de que você não perdeu nada, muito menos tempo. Perder tempo é deixar de viver, deixar de tentar. E se, ainda assim, sente que perdeu, é porque não olhou direito, não amadureceu o suficiente. Ainda está achando que era a pessoa errada? Bobagem! Esqueça isso de pessoa certa ou pessoa errada! Existem apenas pessoas, pessoas tentando, relacionando-se, trocando, desejando apenas serem felizes e amadas.

E assim é composta a melodia do amor: de tentativas, cada dia mais ricas e consistentes, entre pessoas que se sabem crescendo, aprendendo, ganhando e, sobretudo, vivendo! Pessoas, no final das contas, sempre, sempre certas!"

extraído de: http://msnencontros.parperfeito.com.br//Artigos/opshow/articleid827/p-1/f-1/n-1/?orig=1468&id=472882&ppBanner=1