“[...] experiência que o indivíduo possui de si mesmo, ou concepção que faz de sua personalidade; em psicanálise, apenas a parte da pessoa em contato direto com a realidade, e cujas funções são a comprovação e a aceitação dessa realidade. [...]
O Ego é simples.
Intangível.
Inexprimível.
Irrepresentável.
Irreal.
Impuro.
Intransigente.
Infeliz.
Intrínseco.
In natura.
Incompleto. De interpretações, de vistas assimétricas e não paralelas.
Insensato.
enfim...
O ego ‘eu’ manifesto nessas linhas. É preencher o espaço de ‘eu’, totalmente ‘eu’, na ‘minha’ total e completa expressão. Sem preconceitos. Sem receios. Sem medos. Sem nada. Assim. Totalmente a-nexo.
E todos temos um ego. Será que o ‘seu’ ego toma conta de você? Será que ‘ele’ te deixa no controle? Será que você simplesmente não toma consentimento d’ele’? Ou a sua consciência o suprime? A sua responsabilidade, seu conceito de vida, do que é viver, não deixa ‘ele’ aparecer? O seu caráter talvez? Ele não faz parte do ‘seu’ ego?
Mas há uma verdade, intrínseca e existente em todos os seres humanos, independente de qualquer coisa.
...o ego(?) ...onde você esconde o seu, em toda a sua plenitude?
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